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Africanos tentam retomar conversas sobre Sudão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A União Africano (grupo de 53 países da África) afirmou que vai intensificar os esforços para que sejam retomadas as conversas entre o governo e os rebeldes do Sudão. Neste sábado, líderes rebeldes da região sudanesa de Darfur abandonaram as negociações de paz que estavam sendo realizadas em Addis Ababa, na Etiópia. Um porta-voz rebelde disse que o governo não concordou com as reivindicações deles. Entre as condições, estão a retirada das forças do governo de Darfur e uma investigação a respeito das acusações de genocídio, que teria sido cometido por milícias de etnia árabe contra africanos. As negociações foram encerradas depois que surgiram notícias de um ataque contra trabalhadores de ajuda humanitária em um campo de refugiados sudaneses. Impasse O encontro promovido pela União Africana tinha como objetivo resolver o impasse riado entre o governo e dois grupos rebeldes de Darfur. No entanto, no sábado um representante Movimento Justiça e Igualdade, um dos dois grupos, disse que as conversas tinham "terminado". "Ao recusar nosso pedidos, o governo em Cartum mostra que não está preperado para discutir o desarmamento da milícia que está promovendo uma limpeza étnica e o genecídio contra os africanos no Sudão", disse um dirigente do movimento. Ele disse que o outro grupo, o Exército de Libertação do Sudão, também estaria abandonando a mesa de negociações. A Organização das Nações Unidas considera a situação em Darfur a pior crise humana atualmente no planeta. Comida, água e remédios estão quase acabando nos campos de refugiados. O acesso à região é difícil e fortes chuvas deixaram as estradas de terra intransitáveis. |
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