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Rebeldes do Sudão abandonam negociações | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os líderes rebeldes da região de Darfur, no Sudão, abandonaram as negociações de paz que estavam sendo mediadas pela União Africana. Um porta-voz rebelde disse que o governo não concordou com as reivindicações dos rebeldes. Entre as condições estão a retirada das forças do governo de Darfur e uma investigação a respeito das acusações de genocídio, que teria sido cometido por milícias de etnia árabe contra africanos. As negociações foram encerradas depois que surgiram notícias de um ataque contra trabalhadores de ajuda humanitária em um campo de refugiados sudaneses. O encontro promovido pela União Africana em Addis-Ababa, na Etiópia, tinha como objetivo resolver o impasse criado entre o governo e dois grupos rebeldes de Darfur. Desarmamento No entanto, no sábado um representante Movimento Justiça e Igualdade, um dos dois grupos, disse que as conversas tinham "terminado". "Ao recusar nosso pedidos, o governo em Cartum mostra que não está preperado para discutir o desarmamento da milícia que está promovendo uma limpeza étnica e o genecídio contra os africanos no Sudão", disse um dirigente do movimento. Ele disse que o outro grupo, o Exército de Libertação do Sudão, também estaria abandonando a mesa de negociações. A Organizção das Nações Unidas considera a situação em Darfur a pior crise humana atualmente no planeta. Comida, água e remédios estão quase acabando nos campos de refugiados. O acesso à região é difícil e fortes chuvas deixaram as estradas de terra intransitáveis. |
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