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Atentado com carro-bomba mata nove no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos nove pessoas morreram na explosão de um carro-bomba perto de Baquba, no Iraque. Dezenas ficaram feridos no atentado, que, segundo a polícia, foi uma ação suicida. As vítimas estavam reunidas numa cerimônia em homenagem a duas pessoas mortas num outro ataque no domingo. Baquba, que fica no chamado "triângulo sunita", a 60 km de Bagdá, tem sido palco de forte resistência à presença de forças americanas ou de soldados iraquianos treinados pelos Estados Unidos. Novas leis A explosão acontece num momento em que o novo governo interino iraquiano se prepara para revelar novas leis de segurança para lidar com os insurgentes. Trata-se do maior ataque com carro-bomba desde que o primeiro-ministro interino, Yiad Allawi, tomou posse em 28 de junho, afirmando que a segurança seria o seu maior desafio. Ele previa uma escalada na onda de violência na época da transferência da soberania da coalização liderada pelos Estados Unidos para os iraquianos. Autoridades ligadas ao governo interino falam da adoção de uma política de tolerância zero contra os rebeldes. O anúncio das novas medidas de segurança já foi adiado duas vezes. Alguns em Bagdá dizem que a demora é reflexo da incompetência do governo. Mas uma autoridade disse que o governo está sendo cauteloso ao buscar uma fórmula que junte medidas duras necessárias com os padrões internacionais de respeito aos direitos humanos. |
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