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Premiê iraquiano rejeita tropas de países vizinhos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro do Iraque, Iyad Allawi, disse que não vai aceitar o envio de tropas de paz dos países vizinhos para não contrariar grupos étnicos e segmentos religiosos do país. Ele afirmou que a decisão já havia sido tomada pelo Conselho de Governo do país, antes da entrega do poder no final de junho. Allawi disse que os países vizinhos poderiam ajudar protegendo suas fronteiras e impedindo que combatentes estrangeiros entrem no Iraque. Na semana passada, o rei da Jordânia, Abdullah, disse que o país poderia enviar tropas ao Iraque, caso o novo governo interino do país fizesse um pedido nesse sentido. Segurança Na semana passada, o vice-ministro de Relações Exteriores iraquiano, Hamid Al-Bayati, já havia dito que o país deveria rejeitar a ajuda de países vizinhos. Al-Bayati disse, porém, que o primeiro-ministro do Iraque, Iyad Allawi, fez pedidos para que Egito, Bahrein e Omã enviem soldados ao Iraque. Também nesta segunda-feira, o premiê Allawi adiou pela segunda vez a divulgação de uma nova lei de segurança que prevê uma anistia para parte dos insurgentes que continuam a desestabilizar o país. Autoridades do governo interino haviam dito que o novo regime de segurança seria rígido, retomaria a pena de morte e ofereceria anistia aos insurgentes que lutaram contra a ocupação do país por razões patrióticas. Ex-membros do partido Baath, criminosos e militantes islâmicos estrangeiros não seriam incluídos. Não está claro por que o anúncio foi adiado. |
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