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Líder radical xiita volta a defender resitência no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O clérigo radical xiita Moqtada Al-Sadr disse nesta segunda-feira no Iraque que continuará a se opor à ocupação do Iraque por forças estrangeiras e insistiu que falta legitimidade ao novo governo interino. Sadr afirmou que não haverá trégua com aqueles que cooperaram com as forças de coalizão lideradas pelos Estados Unidos no Iraque, contradizendo declarações anteriores. Al-Sadr havia indicado que os integrantes de sua milícia entregariam as armas caso fossem anistiados. Sua milícia também havia concordado com uma trégua no mês de junho, embora o líder xiita não tenha aceitado participar de uma conferência nacional do país. Mudança Analistas dizem que ainda não está claro o motivo que fez Al-Sadr mudar de idéia. A declaração de Al-Sadr foi distribuída na cidade sagrada de Najaf, onde seu Exército Mehdi lutou contra tropas americanas até o cessar-fogo de junho. "Nós pedimos aos iraquianos e ao mundo que continuem resistindo a opressão e ocupação até a nossa última gota de sangue", disse ele. "A resistência é um direito legítimo, e não um crime que mereça punição." Durante as operações americanas nas cidades do sul, centenas de seguidores do clérigo foram mortos. Desde a trégua de junho, no entanto, os americanos passaram a tratar o grupo de Sadr como um problema interno do Iraque - posição que foi reforçada com a posse do novo governo interino. |
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