|
Blair admite que armas podem não ser achadas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, disse que as armas de destruição em massa do Iraque "podem não ser encontradas jamais". "Tenho que aceitar que nós não as encontramos e podemos não encontrá-las nunca" disse. Mas Blair disse que isso não significa que Saddam Hussein não tenha sido uma ameaça. Ele disse que o ex-líder iraquiano tinha violado as resoluções da ONU e que suas armas podem ter sido "removidas, escondidas ou destruídas". Sabatina O primeiro-ministro também disse que os problemas de segurança dos Estados Unidos têm que ser resolvidos antes que os britânicos detidos na base de Guantánamo, em Cuba, sejam libertados. Blair estava sendo sabatinado por parlamentares na sua aparição bianual perante o Comitê de Relações da Câmara dos Comuns. Ele disse que Saddam Hussein possuiu anteriormente armas de destruição em massa e que havia "provas muito claras" do seu desejo de desenvolver e usar essas armas. Blair enfatizou a importância das relações da Grã-Bretanha com os Estados Unidos, mas afirmou que a base de Guantánamo "é uma anomalia que em algum momento vai ter que acabar". Ele admitiu que a Grã-Bretanha ainda não tem a "maquinaria" no lugar para assegurar que os prisioneiros britânicos remanescentes na base não representem uma ameaça caso sejam libertados. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||