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Rebeldes enfrentam tribunal para crimes de guerra em Serra Leoa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um tribunal criado para julgar crimes de guerra em Serra Leoa deve começar a ouvir as primeiras acusações contra membros da Frente Revolucionária Unida (RUF, na sigla em inglês). A RUF é acusada de assassinatos, estupros e seqüestros cometidos durante uma guerra civil que durou uma década e terminou em 2002. Os três primeiros acusados, entre eles o último líder militar da RUF, Issa Sesay, se recusam a aceitar a legitimidade do tribunal. Cerca de 50 mil pessoas foram mortas, e muitas outras foram mutiladas e estupradas durante o conflito. Ao contrário do que ocorre em tribunais semelhantes criados para julgar crimes de guerra cometidos em Ruanda e na antiga Iugoslávia, o tribunal de Serra Leoa, que também tem o apoio da ONU, foi instalado no local onde os crimes ocorreram e se baseia em leis nacionais e internacionais. O chefe de segurança interna da RUF, Augustine Gbao, e um importante comandante, Morris Kallon, também irão a julgamento. |
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