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Traficante de bebês é condenado à morte na China | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O chinês Li Guoju, acusado de ser o líder de uma gangue especializada na compra e venda de bebês do sexo feminino na China, foi condenado à morte por um tribunal na cidade de Puyang. Outros dois integrantes do grupo, Yu Xiumin e Zhang Xinfa, receberam prisão perpétua e multa, segundo a agência de notícias estatal Xinhua. Os outros 12 integrantes da gangue receberam penas entre um e 15 anos de prisão. Li Guoju foi acusado de estar pessoalmente envolvido na venda de 76 bebês. Os condenados ainda podem apelar da sentença. Apesar das condenações, não foram reveladas informações sobre o destino das cerca de 120 meninas vendidas entre 1998 e 2003 pelo grupo. Elas eram da província pobre de Henan, no meio leste da China. Segundo o governo chinês, milhares de mulheres e crianças são traficadas anualmente na China, e muitas delas são obrigadas a trabalhar como escravas, prostitutas ou a se casar contra a vontade. A regra de controle da explosão demográfica que determina que um casal só pode ter um filho agrava o problema do tráfico de mulheres no país. A preferência por filhos do sexo masculino, por exemplo, gerou uma escassez de mulheres em algumas áreas, o que está por trás de alguns casos de tráfico para o casamento forçado. |
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