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Japão aprova plano para integrar força multinacional | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Japão aprovou um plano para permitir que suas tropas se unam à força multinacional no Iraque, assim que o goveno interino iraquiano assumir o poder, no dia 30 de junho. O plano causou polêmica no Japão, em meio à preocupação de que a inclusão das tropas na força possa violar a Constituição japonesa. Mas o primeiro-ministro, Junichiro Koizumi, disse que o contingente militar japonês vai continuar suas tarefas humanitárias. A Constituição proíbe o uso de força para resolver divergências. Cerca de 500 soldados japoneses - que estão no Iraque desde fevereiro - não estarão sob o comando unificado da força multinacional. Opinião pública Uma pesquisa realizada nesta semana pelo jornal Mainichi Shimbun revelou que 54% dos entrevistados se opõem à participação do Japão na força multinacional, enquanto 33% são favoráveis. O próprio envio de soldados japoneses para o Iraque causou controvérsia. No momento eles operam sob sua própria cadeia de comando. Ao se unirem à força multinacional, que vai entrar em operação quando o governo interino do Iraque assumir o controle do país, eles estariam sob a resposabilidade geral dos Estados Unidos. Mas o gabinete japonês endossou uma declaração do governo de que os soldados japoneses vão continuar operando com seu próprio comando ao se juntar à nova força. Críticos da iniciativa temem que a força japonesa possa ser envolvida no conflito no Iraque, o que contraria a Constituição japonesa. |
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