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Acusações contra Sharon devem ser retiradas, diz TV | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, não sofrerá acusações de corrupção no chamado "caso da ilha grega", de acordo com informações da rede de televisão israelense. O Canal Dez afirmou que o procurador-geral de Israel decidiu que não há evidências suficientes para dar continuidade ao processo. Sharon e seu filho Gilad sempre negaram ter recebido ilegalmente grandes somas de dinheiro de um empresário do setor imobiliário. Oficiais israelenses não estavam disponíveis para comentar as informações. Uma declaração oficial deve ser divulgada no final desta semana. Resort O Ministério da Justiça estava examinado o caso depois que o chefe da promotoria de Justiça recomendou que Sharon deveria ser indiciado. As alegações são de que Gilad Sharon teria aceitado centenas de milhares de dólares do empresário israelense David Appel, que queria construir um resort turístico em uma ilha grega. O projeto nunca foi concluído, mas as alegações são de que Ariel Sharon, que era o ministro do Turismo na época, usou sua posição para ganhar a aprovação do governo grego para o plano imobiliário. Analistas políticos israelenses disseram que o primeiro-ministro teria de renunciar ao seu cargo, caso fosse acusado de corrupção, embora não haja obrigação para que o faça. Mas um relatório preliminar entregue ao procurador-geral Menachem Mazuz, há seis semanas, teria, supostamente, concluído que não haveria evidências suficientes para prosseguir com o caso. Mazuz deve fazer um anúncio oficial nos próximos dias. Appel já foi indiciado nas investigações, mas analistas afirmaram que se o processo contra Sharon for encerrado, o empresário solicitará que as acusações contra ele sejam retiradas. |
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