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Relatório indicaria falta de provas contra Sharon | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um relatório em Israel indicaria que podem não haver provas suficientes para continuar um processo judicial contra o primeiro-ministro, Ariel Sharon, por corrupção, segundo um canal de TV de Israel. A emissora divulgou detalhes do documento preliminar, redigido por um grupo indicado pelo procurador-geral Menachem Mazuz. Segundo as acusações contra o primeiro-ministro, o filho de Sharon, Gilad, recebeu dinheiro de um empresário israelense para garantir o apoio do pai em um negócio no mercado imobiliário. A decisão final sobre processar ou não Sharon depende de Mazuz. Renúncia Gilad teria aceitado um suborno de US$ 690 mil do construtor israelense David Appel para ajudá-lo a promover um projeto de turismo na Grécia e realizar uma obra em Tel Aviv. Appel já foi indiciado no caso. O correspondente da BBC em Jerusalém Matthew Price disse que embora este seja apenas um relatório preliminar, ele pode dar uma indicação da maneira como a investigação está progredindo. Analistas políticos israelenses afirmam que o primeiro-ministro não teria outra escolha além da renúncia se fosse acusado no escândalo, apesar de não haver obrigação legal para que ele tome essa decisão. Em entrevista à TV no domingo, Sharon disse: "Sou completamente inocente", mas se recusou a discutir o caso. |
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