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Poloneses 'praticaram abusos', diz agência | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma agência de notícias americana está alegando que soldados da Polônia e de outros países que integram a coalizão militar liderada pelos Estados Unidos no Iraque de submeter a maus-tratos detentos na prisão de Abu Ghraib, perto de Bagdá. A agência Associated Press disse que a acusação se baseia em cópias de depoimentos de testemunhas dos abusos, às quais a organização disse ter tido acesso. Os depoimentos teriam sido dados a investigadores do Exército americano. Uma das acusações é de um sargento americano, que disse que soldados poloneses feriram dois detentos antes que eles chegassem à prisão. Novos abusos Nesta quinta-feira, antes que as alegações da Associated Press viessem à tona, o vice-ministro do Exterior da Polônia, Boguslaw Zaleski, disse que torturar prisioneiros de guerra era algo “imperdoável”. De acordo com o correspondente da BBC em Washington Michael Buchanan, presos em Abu Ghraib também acusaram forças iraquianas de tê-los maltratado, e deram novos detalhes sobre supostos abusos cometidos por tropas americanas. Em um dos maus-tratos relatados nos testemunhos, um detento foi forçado a andar nu pela prisão. Em outro, prisioneiros foram impedidos de dormir ao serem forçados ao ouvir música em alto volume. Até agora, um policial militar americano foi considerado culpado por envolvimento nos abusos, enquanto seis outros aguardam julgamentos. Ataques Nesta quinta-feira, dois jornalistas japoneses foram atacados no Iraque e acredita-se que um deles tenha morrido. Os jornalistas, que estavam com dois iraquianos que trabalhavam para eles, estavam andando em um veículo no sul de Bagdá quando foram atacados por homens armados. Em um incidente separado, um comboio em que viaja um membro do Conselho de Governo do Iraque foi também atacado quando viajava da cidade de Najaf para Bagdá. Há informações de o membro do conselho não sofreu ferimentos, mas que seu filho morreu no incidente. Também nesta quinta-feira, os Estados Unidos aceitaram uma trégua nas suas operações em Najaf, em que estavam combatendo milícias leais ao clérigo xiita Moqtada Al-Sadr. |
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