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ONU aprova resolução sobre armas de destruição em massa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta quarta-feira uma resolução com o objetivo de evitar que armas de destruição em massa possam cair nas mãos de pessoas que não representem Estados, como membros de grupos extremistas. Os esforços para evitar que essas armas fossem produzidas e estocadas por governos já eram regulados por tratados internacionais, mas, agora, todos os países-membros da ONU ficam obrigados a ter leis mais abrangentes, para evitar, por exemplo, a venda dos armamentos no mercado negro. A resolução cita a necessidade de adotar esses dispositivos para evitar que indivíduos que não representem Estados possam adquirir, produzir e contrabandear armas de destruição em massa. O documento determina, por exemplo, que os países reforcem seus controles de fronteira, para evitar que esses armamentos possam ser contrabandeados. Também se pede que os países prestem contas sobre o paradeiro das armas desse tipo que possuam. Brasil A nova resolução tem um forte apoio dos Estados Unidos, que vinha pressionando para que as falhas nas leis internacional que permitiam a proliferação desse tipo de armas no mercado negro fossem eliminadas. No ano passado, o presidente americano, George W. Bush, pediu na Assembléia Geral da ONU que a resolução fosse aprovada. No início deste mês, o Brasil, que faz parte do Conselho de Segurança, apresentou ressalvas à proposta de resolução. Agora, com a aprovação do documento, um comitê do Conselho de Segurança será formado para acompanhar, por dois anos, sua implementação. No entanto, a resolução não prevê a aplicação de quaisquer sanções contra países que não adotarem as medidas. |
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