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Iraque pede liberação de fundos para reconstrução | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo interino do Iraque pediu a doadores internacionais que liberem US$ 4 bilhões (cerca de R$ 12 bilhões) com urgência para projetos de reconstrução do país. "Nossas necessidades são enormes e urgentes", disse o ministro do Planejamento do Iraque, Mehdi Al-Hafidh, numa conferência em Abu Dhabi. A conferência de doadores está estudando como os US$ 33 bilhões prometidos no ano passado para a reconstrução do Iraque serão gastos. O Banco Mundial alertou que "há um grande perigo" de que o dinheiro possa ser gasto de maneira errada e comprometa o futuro econômico do país. Regras contra corrupção A conferência reúne delegados de cerca de 40 países, além do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional e da ONU. Até agora, estima-se que o Iraque vá precisar de US$ 54 bilhões. Um diretor do Banco Mundial, John Speakman, disse que Iraque vai receber apenas US$ 500 milhões até 30 de junho, fim do prazo para a transferência de poder para os iraquianos. Segundo ele, o Banco Mundial vai estabelecer regras para evitar corrupção. A correspondente da BBC nos Emirados Árabes Unidos, Julia Wheeler, afirma que a conferência se prende mais a questões técnicas, como simplificar os mecanismos de desembolso, do que em assegurar mais doações. |
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