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Um em cada dez recrutas iraquianos se rebela, diz general | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cerca de 10% dos novos oficiais da polícia iraquiana, treinada pelas forças da coalizão liderada pelos Estados Unidos, se tornam rebeldes, de acordo com informações de Martin Dempsey, general do Exército americano. Segundo Dempsey, outros 40% deixam seus postos após o treinamento, e os 50% restantes "continuam firmes e fortes". O militar afirma que a adaptação é difícil para algumas das pessoas que se juntaram às forças de segurança do país porque eles esperavam lidar com uma hierarquia iraquiana e não americana. Apesar dos problemas, o general – que comanda a 1ª Divisão Armada do Exército americano – disse acreditar que o apoio dos civis iraquianos às forças de coalizão permanece alto. Intimidação Dempsey disse ainda que é difícil para os novos recrutas aceitar que os iraquianos estão lutando uns contra os outros. "É muito difícil convencê-los de que os iraquianos estão matando outros iraquianos e outros muçulmanos, porque é algo que eles não conseguem aceitar", disse o general. "Mas com o tempo eu acredito que eles terão de começar a aceitar isso." Dempsey, que comanda as unidades localizadas em Bagdá, disse acreditar que os ataques que ocorreram em Basra na quarta-feira podem ter ocorrido para ocupar um importante espaço no noticiário internacional. A série de explosões atingiu quatro instalações policiais comandadas por forças americanas na região de Basra, no sul do Iraque, e deixou pelo menos 68 mortos. Forças americanas também enfrentaram conflitos na quarta-feira na região de Falluja, cidade que permanece sob o controle de militantes. |
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