|
Russos e ucranianos são libertados no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um grupo de três russos e cinco ucranianos seqüestrados por rebeldes na noite de segunda-feira no Iraque foi libertado nesta terça-feira. Eles estavam em Bagdá para realizar serviços de reparo de estações de eletricidade e haviam sido capturados no quintal da casa em que se encontravam, na capital iraquiana. O incidente provocou forte crítica do Ministério das Relações Exteriores da Rússia contra a deterioração da situação de segurança no Iraque. Moscou pediu o fim das ações militares no país e o início imediato de um processo de paz envolvendo representantes de todas as orientações políticas iraquianas. Sete chineses que tinham sido seqüestrados perto da cidade de Falluja no domingo também foram libertados. Pescadores Imagens dos chineses foram mostradas pela rede de TV árabe Al-Jazeera. Eles estavam sorrindo e pareciam estar bem de saúde. Xu Jang, um funcionário de embaixada da China em Bagdá, disse que dois dos reféns haviam ficado feridos em um acidente de carro durante o seqüestro, mas que, tirando isso, todos no grupo estavam “bem”. “Eu acho que, em breve, eles irão para casa”, completou Xu. Não está claro o que os sete homens, com idades entre 18 e 49 anos, estavam fazendo no Iraque. Fontes chinesas acreditam que eles eram fazendeiros e pescadores que conseguiram empregos no Iraque por meio de contatos pessoais. Paradeiro ignorado Outros civis estrangeiros, que estavam no Iraque realizando serviços diversos, ainda estariam sendo mantidos como reféns em várias partes do Iraque.
Entre os outros seqüestrados estão dois jornalistas tchecos e três japoneses. Um diplomata japonês afirmou que não houve nenhum progresso nesta segunda-feira com a aproximação do prazo dado pelos seqüestradores para a execução de um dos três japoneses. O prazo terminou às 10 horas da manhã, horário de Brasília. "Não tivemos nenhum progresso até agora e nem confirmação sobre a segurança ou onde estariam os três", disse o diplomata. Um grupo que se auto-intitula Brigadas Mujahedins ameaçava matar o primeiro dos três reféns se o Japão não retirasse seus 550 soldados do Iraque. Eles são Noriaki Imai, de 18 anos, e Nahoko Takato, de 34, que foram ao Iraque como voluntários de agências humanitárias. O terceiro é o fotojornalista Soichiro Koriyama, de 32 anos. Militares americanos no Iraque também confirmaram que dois dos seus soldados e sete civis que trabalham para a coalizão estão desaparecidos depois de um ataque a um comboio no final de semana. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||