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Cheney chega a Tóquio em meio a crise política | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O vice-presidente americano Dick Cheney chega neste sábado a Tóquio, no início de uma visita oficial à Ásia. Cheney se encontrará com o primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi, no meio do que analistas definem como uma das piores crises políticas do governo japonês. Koizumi recusou-se a atender demandas de rebeldes no Iraque, que mantêm três cidadãos japoneses seqüestrados. Os rebeldes querem a retirada até domingo das tropas japonesas do Iraque, que fazem parte da coalizão liderada pelos Estados Unidos. Um forte esquema de segurança foi montado em Tóquio para a visita de Cheney e protestos são esperados nas ruas da capital do Japão. Segundo um correspondente da BBC em Tóquio, a opinião pública japonesa encontra-se dividida sobre a idéia da retirada das tropas do Iraque. Mas toda ela está chocada com as imagens divulgadas dos seqüestrados pela TV iraquiana. Um porta-voz de Dick Cheney afirmou que o vice-presidente entende a preocupação da população japonesa com os seqüestrados, mas pediu para ela "agüentar firme". Cheney falou sobre a importância da aliança entre Japão e Estados Unidos no Iraque. Koizumi enviou, neste sábado, o vice-ministro das Relações Exteriores, Ichiro Aisawa, à Jordânia, para tentar negociar uma solução para a crise. Cheney também visitará a Coréia do Sul, que deve enviar em breve mais de 3 mil soldados ao Iraque. Na última semana, sete missionários sul-coreanos também foram seqüestrados por rebeldes, mas foram mais tarde libertados sem sofrerem ferimentos. |
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