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EUA prendem no Iraque assessor do líder xiita 'rebelde' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Soldados americanos prenderam nesta terça-feira em Bagdá Hazem al-Araji, um dos principais assessores do líder religioso xiita Moqtada al-Sadr. Ele foi detido quando deixava o hotel Palestine após ter dado entrevista a jornalistas italianos. Os rebeldes que seguem as instruções de Al-Sadr enfrentaram as forças da coalizão em violentos choques nos últimos dias. Segundo alguns relatos, mais de mil pessoas podem ter morrido no Iraque desde a semana passada. A notícia poderia incendiar os ânimos novamente no país. Outro aliado de Al-Sadr, Fadel Marzoul al-Ameri, disse à agência France Presse que seu grupo tentará libertar Al-Araji inicialmente "por meios pacíficos". Se não obtiverem sucesso, disse, "usaremos todos os meios, inclusive a violência", declarou Al-Ameri. Najaf Forças de segurança iraquianas tomaram o controle nesta terça-feira da cidade de Najaf, no sul do país. Os militantes armados xiitas, leais a Moqtada al-Sadr, deixaram as delegacias e edifícios governamentais que haviam ocupado. O paradeiro de Al-Sadr – que se negou a dissolver a milícia e é procurado pelas tropas dos Estados Unidos – é desconhecido. O comandante das forças americanas no Iraque, general Ricardo Sanchez, declarou que o objetivo é matar o capturar Al-Sadr. Na cidade de maioria sunita de Falluja, palco dos piores enfrentamentos recentes, uma trégua frágil continua vigorando. Negociadores americanos e iraquianos vêm dialogando na tentativa de estabelecer um acordo para um cessar-fogo permanente. Os combates na cidade adquiriram grandes proporções quando soldados americanos lançaram uma operação para capturar os responsáveis pela morte e mutilação em frente às camêras de TV de quatro cidadãos americanos em Falluja. |
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