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Conflitos no Iraque podem ter matado mais de mil em 12 dias | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Depois de mais de uma semana de confrontos em diferentes partes do Iraque, o general americano Mark Kimmitt, vice-diretor de operações militares da coalizão liderada pelos Estados Unidos, afirmou que cerca de 70 soldados da coalizão liderada pelos Estados Unidos e 700 iraquianos foram mortos nos últimos 12 dias. Kimmit não quis especular sobre o número de civis mortos, mas três hospitais de Bagdá foram evacuados na segunda-feira para receber e tratar pessoas em estado crítico vindas de Falluja. De acordo com o diretor do principal hospital de Falluja, 600 civis iraquianos morreram e mais de mil ficaram feridos. Agências humanitárias estimam que o número de feridos pode chegar a 1,2 mil em Falluja desde que os ataques americanos começaram, no dia 05 de abril. Entre os feridos, foram contabilizadas 243 mulheres e 200 crianças. Cessar-fogo Há informações de que negociações para manter um frágil cessar-fogo em Falluja continuam. De acordo com o general Kimmit, em Bagdá, a situação em Falluja é calma, mas atiradores estão usando escolas e mesquitas como esconderijos e continuam atirando em soldados da coalizão. Mediadores estão tendo dificuldades para negociar uma solução, mas militares da coalizão afirmam que as conversas estão ainda em sua fase preliminar e se preparam para reiniciar uma ofensiva, se necessário. Segundo Kimmitt, os fuzileiros americanos estão dando uma chance à mediação para restaurar "o controle iraquiano legítimo" à cidade de Falluja, que é um bastião sunita a oeste de Bagdá. Mas ele acrescentou "que os fuzileiros estão prontos para continuar a operação e completar a destruição das forças inimigas em Falluja". Reféns De acordo com a agência Associated Press (AP), rebeldes libertaram nove reféns de várias nacionalidades no domingo. Um porta-voz do Comitê do Clero Islâmico, um grupo de acadêmicos que está tentando negociar a libertação dos reféns, anunciou a libertação dos nove, mas disse que não sabia nada sobre os três reféns japoneses seqüestrados na semana passada. Oito dos nove reféns apareceram no canal árabe de televisão, Al-Jazeera, domingo. Entre os oito estão dois turcos, três paquistaneses, um nepalês, um filipino e um indiano. Não há informações sobre a nacionalidade do nono refém libertado. |
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