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França e Portugal pedem que cidadãos deixem o Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
França e Portugal recomendaram aos seus cidadãos nesta terça-feira que deixem o Iraque imediatamente. "Estamos recomendando veementemente que todos os franceses no Iraque saiam e todos os que desejam ir para lá adiem sua viagem", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores francês, Hervé Ladsous, que disse que há cerca de cem franceses no Iraque. No caso de Portugal, a recomendação foi feita pelo próprio primeiro-ministro, José Manuel Durão Barroso. "A nossa recomendação é que, fora aqueles que são estritamente necessários, nenhum civil português fique no Iraque." A empresa Tekhpromexport, a maior companhia russa no Iraque, também anunciou que está se retirando do país com seus 370 funcionários. Na segunda-feira, a Alemanha também havia pedido que seus cidadãos deixassem o país. Os pedidos para "evacuar o Iraque" ocorrem em meio a uma onda de seqüestros de estrangeiros. França, Alemanha e Rússia se opuseram à guerra no Iraque, e os países não integram a coalizão liderada pelos Estados Unidos no país. Em outro caso, a emissora de televisão árabe Al-Jazeera mostrou um vídeo com imagens de quatro homens descritos como reféns italianos retidos por um grupo islâmico no Iraque. Os quatro homens apareciam sentados no chão, segurando seus passaportes, cercados de homens armados. A veiculação do vídeo ocorreu depois que iraquianos seqüestraram e depois libertaram três russos e cinco ucranianos que trabalhavam em obra de engenharia. |
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