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Atualizado às: 12 de abril, 2004 - 20h45 GMT (16h45 Brasília)
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Chineses seqüestrados são libertados no Iraque
Refens japoneses no Iraque
Japoneses capturados semana passada continuam presos
Os sete chineses que tinham sido seqüestrados no Iraque, perto da cidade de Falluja no dmingo, foram libertados de acordo com a agência oficial chinesa de notícias, Xinhua.

O local da libertação não foi divulgado, de acordo com o diplomata chinês Sun Bigan, no Iraque, citado pela agência.

Não está claro o que os sete homens, com idades entre 18 e 49 anos, estavam fazendo no Iraque.

Fontes chinesas acreditam que eles eram fazendeiros e pescadores do sudeste de Fujian que conseguiram empregos no Iraque através de contatos pessoais.

Seqüestros

Militares americanos no Iraque confirmaram que dois dos seus soldados e sete civis que trabalham para a coalizão estão desaparecidos depois de um ataque a um comboio no final de semana.

A confirmação de que nove americanos estão desaparecidos amplia para pelo menos 17 o número de pessoas que se acredita ainda estarem em mãos de rebeldes iraquianos.

Entre os outros supostos seqüestrados estão dois jornalistas tchecos e três japoneses.

Um diplomata japonês afirmou que não houve nenhum progresso nesta segunda-feira com a aproximação do prazo dado pelos seqüestradores para a execução de um dos três japoneses.

O prazo terminou às 10 horas da manhã, horário de Brasília.

"Não tivemos nenhum progresso até agora e nem confirmação sobre a segurança ou onde estariam os três", disse o diplomata.

Um grupo que se auto-intitula Brigadas Mujahedins ameaçava matar o primeiro dos três reféns se o Japão não retirasse seus 550 soldados do Iraque.

Eles são Noriaki Imai, de 18 anos, e Nahoko Takato, de 34, que foram ao Iraque como voluntários de agências humanitárias. O terceiro é o fotojornalista Soichiro Koriyama, de 32 anos.

A agência de notícias AP afirma que segundo um canal de televisão árabe uma empresa de energia russa teria confirmado que 11 de seus funcionários teriam sido seqüestrados em Bagdá.

Se a informação for confirmada, o número de estrangeiros em mãos de grupos iraquianos sobe para pelo menos 28 pessoas.

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