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Integrantes do Conselho de Governo iraquiano criticam EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Integrantes do Conselho de Governo Provisório do Iraque, indicados pelos Estados Unidos, criticaram duramente a ação militar americana em Falluja. Adnan Pachachi, um dos representantes dos sunitas no Conselho, disse que a operação é "ilegal e completamente inaceitável", e descreveu-a como "punição em massa" do povo de Falluja. Mahmoud Uthman, representante dos curdos, disse que os americanos lidaram com a situação de forma "contraproducente". O xiita Iyad Allawi, que faz parte da presidência rotatória do Conselho, pediu demissão. Ele é o líder do Movimento Nacional de Consenso e não há detalhes sobre os motivos de sua saída. Rússia Na quinta-feira, o ministro do Interior do Iraque, Nuri Badran, que também é xiita, já saíra do cargo. Badran disse que o chefe da administração americana no Iraque, Paul Bremer, tinha pedido sua saída, alegando que xiitas demais no governo tinham criado um desequilíbrio religioso. Bremer nomeou Samir Sumaidy, representante dos sunitas no Conselho, como ministro interino do Interior. Em Moscou, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia instou os Estados Unidos a suspender o que chamou de "uso desproprocional de força". Os russos dizem também que um desastre humanitário está pairando sobre os iraquianos civis nas regiões onde os combates são mais intensos. |
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