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Itália prende 160 muçulmanos ‘suspeitos de extremismo’ | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Polícia da Itália prendeu nesta sexta-feira 160 pessoas em uma operação que, segundo as autoridades do país, foi para prevenir atos de extremismo islâmico. O ministro italiano do Interior, Giuseppe Pisanu, disse que os alvos da operação estavam “inclinados ao extremismo islâmico fundamentalista”. Pisanu disse que as prisões foram baseadas em indícios de que essas pessoas têm envolvimento com organizações suspeitas. A maioria dos detidos são imigrantes de Marrocos, e as autoridades da Itália disseram que alguns deles serão extraditados por trabalhar ilegalmente no país. Páscoa De acordo com a correspondente da BBC em Roma Frances Kennedy, policiais em mais de 30 províncias italianas participaram da operação. Mais da metade dos detidos foram levados a interrogatório e tiveram suas casas revistadas. A Itália já realizou outras operações em que foi preso um grande número de pessoas suspeitas de ter ligações com grupos extremistas, mas muitos foram libertados depois sem terem sido formalmente indiciados. A segurança em locais considerados potenciais alvos de terroristas foi reforçada no país, devido ao temor de atentados durante o período da Páscoa. |
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