|
InterbrewAmbev estuda sede em paraíso fiscal, diz Financial Times | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal Financial Times, da Grã-Bretanha, traz uma reportagem em que diz que a cervejaria Interbrew estuda a mudança para um paraíso fiscal depois de completar sua aliança com a Ambev. Segundo a reportagem, essa mudança é politicamente polêmica, especialmente porque um dos diretores da empresa é um ex-primeiro-ministro belga, Jean-Luc Dehaene. A Interbrew afirma que nenhuma decisão foi tomada ainda. Entre os paraísos fiscais para onde a InterbrewAmbev poderia ir estão Luxemburgo ou as Bahmas. O Financial Times também diz que, no Brasil, acionistas minoritários da Ambev já reclamaram do tratamento preferencial que, segundo eles, os principais controladores da nova empresa estariam recebendo. Na França, o Le Monde tem um editorial sobre a reforma ministerial anunciada pelo presidente Jacques Chirac, com a manutenção do primeiro-ministro Jean-Pierre Raffarin. De acordo com o jornal, Chirac assumiu um risco considerável. "Pela segunda vez em dois anos, ele mostra uma surdez perigosa diante dos eleitores", diz o Le Monde. Nas eleições regionais do fim de semana, os partidos que apóiam o governo foram derrotados. O New York Times traz uma reportagem em que diz que o Tribunal Internacional de Justiça, em Haia, determinou que o sistema judiciário americano reveja as penas de morte impostas a 51 mexicanos presos nos Estados Unidos. Segundo o tribunal, os direitos dos mexicanos sob as leis internacionais foram violados. Os mexicanos, presos por crimes variados, não tiveram o direito de falar com funcionarios do consulado do México logo depois de terem sido detidos. O jornal informa que a decisão foi vista como uma vitória no México e como uma forte repreensão aos Estados Unidos. Na Rússia, o Moskovskaya Pravda traz sob a manchete "O país está morrendo em acidentes" a informação de que 35 mil pessoas foram mortas e 244 mil ficaram feridas em acidentes de trânsito no ano passado. As estatísticas mostram que o número de mortes em acidentes na Rússia é dez a 12 vezes mais alto do que na Grã-Bretanha, no Canadá, na Áustria, na Alemanha e nos Estados Unidos. Segundo o jornal, o presidente do parlamento russo atribui o problema a graves falhas nas leis de trânsito e a um "grande desrespeito" dos motoristas por outros motoristas e pedestres. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||