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Lula enfrenta pior momento do seu governo, diz 'La Nación' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal argentino La Nación publica uma reportagem cujo título diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta "o pior momento do seu governo". A reportagem diz que o presidente brasileiro está recebendo críticas "de todos os lados da sociedade brasileira, de setores empresariais, sindicais e sociais". Segundo o jornal, Lula está "sofrendo cada vez mais pressão para mudar o modelo econômico e padecendo indicadores econômicos recessivos". O texto do correspondente do La Nación no Brasil ressalta que Lula agora sofre a ameaça de perder sua principal força aliada, o PMDB, que avisou que passará para a oposição se ele não mudar sua política econômica. Visita à Líbia Os jornais britânicos dão destaque para a visita do primeiro-ministro Tony Blair à Líbia. O The Guardian diz que a reaproximação da Europa com o presidente Muammar Gaddafi deve resultar no fim das sanções econômicas ao país. O jornal traz uma matéria com a manchete: "Empresas da Grã-Bretanha fazem fila para grandes acordos com a Líbia". Um editorial do Daily Telegraph afirma que o momento escolhido pelo governo britânico para visitar a Líbia "não foi adequado". Na quarta-feira, o premiê britânico foi a Madri para participar de um cerimônia para lembrar as pessoas mortas nos atentados na capital espanhola. Um dia depois, diz o jornal, Blair daria as mãos para um líder "acusado de promover atos terroristas". Garoto palestino Nos Estados Unidos, o New York Times publica o caso do garoto palestino de 14 anos que foi desarmado na qaurta-feira por soldados israelenses. Ele carregava explosivos atados ao seu corpo. O jornal diz que Israel deve chamar a atenção para o fato de os palestinos estarem usando jovens em ataques suicidas. Na semana passada, um garoto de 11 anos foi preso após os soldados terem encontrado uma bomba dentro de sua mochila. E o jornal Der Standard, da Áustria, diz que o impacto das ações dos Estados Unidos e da Europa contra a Microsoft não deve ser subestimado. O diário afirma que as ações não apenas pressionam a Microsoft para agir como uma "boa cidadã", mas também "acertam" a competição no setor de tecnologia. "Por causa do medo da Microsoft, todas as empresas estão trabalhando na capacidade máxima porque aquelas que tropeçarem poderão ser substituídas", diz o jornal. |
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