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Lula precisa responder a ataques contra ministros, diz 'Financial Times' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um editorial do jornal britânico Financial Times diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva precisa responder aos ataques contra seus ministros. "Antonio Palocci, o ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, o presidente do Banco Central, particularmente têm sido alvos de ataques. O presidente começou a responder em nome dos dois. Mas ele precisa ser ainda mais enfático na sua defesa das políticas econômicas." O editorial continua: "Se os ataques aos ministros do seu governo não forem respondidos, vai se criar a impressão de que Lula é ambivalente no seu apoio à ortodoxia". Segundo o jornal, isso afetaria a confiança dos investidores no governo petista. O Financial Times também elogia Lula, dizendo que as ações realizadas em seus primeiros 15 meses são "impressionantes". Mas a recuperação econômica do país ainda é "lenta", diz o jornal. Memorial Os jornais espanhóis dão destaque para a cerimônia realizada nesta quarta-feira em Madri para lembrar as pessoas mortas nos atentados do dia 11 de março. O jornal El País diz que o novo primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodrígues Zapatero, faz sua estréia na cena internacional ao participar da cerimônia religiosa. O jornal afirma que Zapatero tem a oportunidade de expor aos líderes europeus sua polêmica política externa. Zapatero afirmou que vai retirar as tropas espanholas do Iraque. Nos Estados Unidos, o jornal The New York Times dá destaque para a audiência independente realizada na terça-feira sobre os ataques de 11 de setembro de 2001 no país. Os secretários de Estado e da Defesa de Bush afirmaram que o presidente sabia da rede Al-Qaeda. Segundo ele, após ter assumido a presidência, Bush teria pedido que fosse elaborado um plano para desarticular o grupo extremista, responsável pelos atentados em Washington e Nova York. Segundo os depoimentos, o presidente americano não havia recebido informações de inteligência antes dos ataques. O jornal americano diz que a audiência foi uma chance para que os parentes das vítimas dos atentados conseguissem chamar a atenção para a comissão, algo que não teria sido feito até agora. |
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