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Discussões no PT parecem 'bate-boca em parquinho infantil', diz 'Financial Times' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal britânico Financial Times diz em editorial que as atuais discussões dentro do PT e do partido com seus aliados mais parecem um "bate-boca num parquinho infantil" do que um sistema organizado de governo. Segundo o diário, as discussões entre o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e do Planejamento, Guido Mantega, bem como as críticas do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, ao ministro da Fazenda, Antonio Palocci, "não condizem com a tradição de discussões abertas e produtivas características do PT". O Financial Times afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "não está nada satisfeito" com tantas desavenças. Mas, segundo o jornal, sua resposta seria só uma campanha na TV para dizer: "Nós somos um governo sério". Hamas "Ele matará mais morto do que vivo", diz uma manchete do jornal britânico The Guardian, em referência ao assassinato do líder do Hamas, Ahmed Yassin, pelo governo de Israel. Segundo a reportagem, especialistas que analisaram os protestos nas ruas da Faixa de Gaza acreditam que "Israel em breve irá conhecer as conseqüências de seu ataque aos palestinos". A morte de Yassin é destaque em toda a imprensa árabe. O jornal palestino Al-Hayat al-Jadidah afirma que dez bebês nascidos na segunda-feira na Faixa de Gaza receberam o nome de Ahmed Yassin, em homenagem ao líder do Hamas. O Al-Hayat, publicado em Londres, afirma que Israel aumentou o seu número de tropas na fronteira com o Líbano, temendo uma retaliação por causa da morte de Yassin. O New York Times indaga se a morte de Yassin pode enfraquecer o Hamas. O diário lembra que, após dois anos de ataques sistemáticos contra o grupo, o número de atentados contra israelenses diminuiu, e a morte de Yassin pode enfraquecer o Hamas. Por outro lado, afirma o jornal, a morte pode provocar mais a ira da população palestina, mesmo em quem não era ligado ao Hamas. O diário argentino Clarín elogia a capacidade do governo argentino, que conseguiu finalizar na segunda-feira um acordo com o FMI. Segundo o jornal, a força-tarefa que se empenhou em fechar o acordo precisa continuar trabalhando para que as metas estabelecidas pelos dois lados sejam cumpridas. |
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