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Atualizado às: 16 de março, 2004 - 12h18 GMT (09h18 Brasília)
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Países presentes no Iraque não seguirão Espanha, diz NY Times
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O jornal americano The New York Times afirma, na edição desta terça-feira, que os países com tropas militares no Iraque não deram indícios da possibilidade de se retirar do país, seguindo a decisão do futuro primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodrigues Zapatero.

O jornal americano menciona a declaração do primeiro-ministro da Polônia, Leszek Miller, que afirma que revisar sua posição no Iraque após os ataques terroristas de Madri seria “admitir que os terroristas são mais fortes e estão certos”.

Declarações semelhantes foram feitas pelos governos da Grã-Bretanha e da Itália.

O jornal francês Le Monde diz que a decisão de Zapatero de sair do Iraque “será, sem dúvida, mais difícil de se implementar do que foi anunciado”.

O diário de Paris prevê uma mudança de estilo com o novo primeiro-ministro da Espanha, dizendo que seu mandato será “mais consensual” do que o governo de José Maria Aznar.

Solidariedade

Na Espanha, o jornal El País destaca a notícia de que as explosões em Madri deram um novo impulso à política de segurança na Europa.

Segundo a publicação, a União Européia está planejando pôr em prática uma cláusula de solidariedade prevista na Constituição da Europa.

A cláusula prevê a assistência aos membros, inclusive com meios militares, se um sócio sofrer um ataque terrorista.

Também seria escolhido um responsável por políticas antiterroristas, além de se fazer um reforço na Europol, a polícia européia.

O jornal britânico Financial Times destaca que a greve da Polícia Federal no Brasil, iniciada na terça-feira passada, está trazendo caos aos aeroportos do país.

O jornal diz que a greve é um sinal da deterioração no relacionamento entre os trabalhadores e o governo e Lula.

A reportagem afirma que, durante as eleições, Lula prometeu restaurar a “dignidade” dos funcionários públicos, mas, ao invés disso, os salários caíram em termos reais e a taxa de desemprego aumentou.

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