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Guerra no Iraque foi ilegal, diz Blix a diário britânico | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-chefe de inspeções de armas da ONU Hans Blix afirmou ao diário britânico The Independent que a guerra no Iraque foi ilegal. Blix argumenta que os Estados Unidos e a Grã-Bretanha teriam de obter uma segunda resolução no Conselho de Segurança para poder lançar a ação para derrubar Saddam Hussein. "Não me convence o argumento de que a guerra foi legalizada porque o Iraque violou resoluções anteriores", declarou Blix ao jornal britânico. O presidente americano, George W. Bush, e o premiê britânico, Tony Blair, são criticados pelo fato de armas de destruição em massa iraquianas, principal justificativa para a guerra, não terem sido encontradas. Blix publica na próxima semana um livro sobre o tema que pode aumentar a pressão sobre os dois líderes. Ajuda russa Já o diário americano The New York Times afirma que investigações no Iraque revelaram que engenheiros russos ajudaram o ex-presidente Saddam Hussein em seu programa para desenvolver mísseis de longo alcance. O auxílio seria uma violação a resoluções da ONU que proibiam o Iraque de possuir mísseis de alcance superior a 150 km. Segundo a reportagem, porém, os engenheiros trabalhavam para uma empresa privada e não há provas de que o governo de Moscou tenha participado diretamente dessa cooperação com Saddam. O New York Times destaca também a corrida pela presidência nos Estados Unidos. O diário afirma que o senador John Kerry planeja arrecadar US$ 80 milhões até a metade do ano para a sua campanha presidencial. Enquanto o candidato democrata tem pouco dinheiro em caixa, pois teve de gastar muito nas primárias do seu partido, o presidente George W. Bush já acumula mais de US$ 140 milhões e vem gastando essa quantia em anúncios na TV. Arrecadadores da campanha de Kerry vão fazer um giro para levantar recursos em 20 grandes cidades dos Estados Unidos. Pelé Na Argentina, em um artigo no jornal Clarín, o articulista Miguel Angel Bertolotto afirma que a aliança da Fifa com Pelé para fazer a lista dos cem melhores jogadores vivos resultou em um "descalabro". Bertolotto afirma que o atleta do século fez uma pilha de esquecimentos, a começar por deixar de incluir jogadores que conquistaram com ele o tricampeonato em 1970. Para o jornalista argentino, "a desmemória e os estranhos gostos de Pelé são capazes de tudo". |
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