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Atualizado às: 24 de fevereiro, 2004 - 12h14 GMT (09h14 Brasília)
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Haiti pode ter guerra civil, diz líder de governo ao 'El País'
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Vários jornais trazem a crise no Haiti entre suas principais notícias.

O jornal espanhol El País traz em sua edição desta terça-feira uma entrevista com Jonas Petit, líder do partido governista.

Na entrevista, Petit afirma que não é possível encontrar uma solução para a crise no país se o presidente Jean Bertrand Aristide for derrubado do poder.

Petit chega até a admitir ao jornal espanhol que tudo é possível neste momento, até uma guerra civil.

Dois jornais americanos também destacam a crise haitiana. O Washington Post informa que o secretário de Estado americano, Colin Powell, convenceu os líderes de oposição haitianos a reconsiderarem a situação por mais um dia, apesar do aumento nos pedidos por uma ação mais decisiva dos Estados Unidos na situação.

O Miami Herald destaca que se o plano de paz para o Haiti falhar, diplomatas e autoridades, tanto americanas quanto internacionais, podem não ter um plano alternativo para manter Jean Bertrand Aristide no poder.

Em entrevista ao Miami Herald, Jocelyn McCalla, diretora executiva da Coalizão Nacional para os Direitos dos Haitianos em Nova York, afirmou que os Estados Unidos demoraram demais para agir e agora precisam decidir se vão tirar Aristide do poder ou se vão ajudar o presidente do Haiti a lidar com os rebeldes, que exigem sua renúncia.

CIA

Ainda nos Estados Unidos, o New York Times em um artigo desta terça-feira afirma que o governo americano tinha o primeiro nome e o número de telefone de um dos seqüestradores que participaram dos ataques de Nova York e Washington em 11 de Setembro de 2001.

Segundo o jornal, em março de 1999, o serviço secreto alemão deu à CIA as informações referentes a Marwan al-Shehhi, mas o serviço secreto americano não tomou nenhuma providência.

Na Europa, o jornal francês Le Monde afirma em artigo desta terça-feira que a viagem do presidente Jacques Chirac à Hungria visa mudar a imagem da França, no centro e leste europeus, de que o país não estaria aceitando muito bem a expansão da União Européia.

Em 2003 Chirac criticou vários países que querem se tornar membros da União Européia por eles terem apoiado os Estados Unidos na Guerra contra o Iraque.

Para o Le Monde, a visita de Chirac à Hungria, agora, não é coincidência, pois o governo francês acredita que a Hungria tem uma visão do futuro da Europa muito parecida com a francesa.

Ainda sobre a expansão da União Européia, o jornal alemão Die Welt afirma que não será possível adiar mais as negociações para a inclusão da Turquia na União depois que o chanceler alemão Gehard Schröeder manifestou seu apoio ao país.

O Die Welt alerta, porém, que se a Turquia quer se tornar um membro da União Européia, será preciso revisar seus valores e conceitos legais.

O Financial Times destaca que o anúncio de novas medidas de controle para conter imigrantes do leste europeum feito na segunda-feira pelo primeiro-ministro Tony Blair, marcou uma reviravolta para o governo, uma importante redução das ambições de um primeiro-ministro que já está sob o ataque da oposição e também da imprensa de direita.

O jornal britânico The Times afirma que o plano foi anunciado muito tarde e seus detalhes ainda são nebulosos enquanto o Guardian afirma que o governo está sendo acusado de agir no último minuto e em pânico.

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