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Brasil tenta reanimar economia com superpacote, diz FT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A edição desta terça-feira do jornal britânico Financial Times traz a informação de que o governo brasileiro anunciará nos próximos dias um pacote multibilionário de incentivo ao setor privado numa tentativa de reanimar a economia no país. O Financial Times diz que, com isso, o governo brasileiro está tentando deixar para trás o escândalo envolvendo o ex-assessor da Presidência, que ofuscou as expectativas de recuperação econômica no Brasil. Segundo a matéria, o pacote prevê isenções fiscais e empréstimos a baixo custo estimados em até R$ 2 bilhões. O foco será para as indústrias de tecnologia, farmacêutica, semicondutores e bens de produção. Pesquisa de opinião Nos Estados Unidos, o Washington Post divulgou os resultados de uma pesquisa encomenda pelo jornal e pela rede de televisão ABC News sobre a popularidade do presidente George W. Bush. De acordo com o levantamento, 46% dos americanos entrevistados apoiam Bush em relação ao Iraque e 39% disseram apoiar a política econômica do presidente americano. O apoio total a Bush, de 50%, não apresentou mudanças em relação ao último levantamento, em fevereiro, mas continua sendo o menor nível durante o seu mandato. Os jornais na Espanha dão destaque para a morte do jornalista Ricardo Ortega no Haiti. Um editorial do jornal La Vanguardia, de Barcelona, diz que a morte do jornalista espanhol deve obrigar as empresas e as redações a impor medidas de segurança mais rígidas aos seus funcionários. O jornal espanhol El País diz que a morte de Ortega levanta dúvidas sobre as condições de trabalho dos correspondentes especiais em área de conflito. Segundo o jornal, proteger esses jornalistas significa proteger o direito à informação, o que é um direito de todos. Ortega, de 37 anos, era um repórter muito conhecido na televisão espanhola. Ele foi morto no Haiti, no domingo passado, quando líderes rebeldes abriram fogo contra milhares de pessoas que comemoravam a saída do presidente Jean-Bertrand Aristide. McDonald’s Na Grã-Bretanha, o jornal The Times afirma que a salada Caesar do McDonald’s tem mais gordura do que um hambúrguer. A salada, com seis variedades de alface, contém 425 calorias e 21,4 gramas de gordura. O hambúrguer contém 253 calorias e 7,7 gramas de gordura. As informações estão no site da empresa na internet. O porta-voz do McDonald's afirma que a gordura na salada vem do creme, dos croutons e do queijo parmesão. |
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