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Kerry defende ativismo antiguerra em artigo de jornal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O candidato democrata à Presidência americana, John Kerry, escreve um artigo no jornal International Herald Tribune contando a sua experiência de combatente no Vietnã e defendendo a sua decisão de lutar para que ela acabasse quando voltou aos Estados Unidos. O senador de Massachusetts diz que quando voltou para os Estados Unidos, mudou-se para Nova York, determinado a esquecer o Vietnã e terminar o seu serviço militar na Marinha. "Parte de mim queria esquecer o Vietnã e tocar a minha vida, mas parte de mim queria contar a história. Eu não sabia como", escreve Kerry no IHT, que é do mesmo grupo do New York Times embora publicado em Paris. Kerry diz que tomou a decisão de entrar na campanha contra a guerra quando soube que mais um de seus amigos havia morrido no conflito. "Naquele momento, eu soube que eu não podia mais esperar. Aquele foi o dia em que eu decidi dedicar toda a minha energia e força a uma missão: acabar com a guerra na qual eu havia lutado". Grupo misterioso Os jornais franceses falam sobre as ameaças que um misterioso grupo extremista que se identifica apenas como AZF vem fazendo de colocar bombas nos trens do país. "Os investigadores", diz o Le Figaro, "só sabem de uma coisa: que o grupo está preparado para executar um massacre, como mostrou quando deixou uma bomba em um viaduto de 57 metros entre Paris e Toulouse". O Le Monde diz que as ameaças – que levaram 10 mil funcionários a vasculhar os trilhos em busca de explosivos – vêm sendo feitas há semanas, mas não foram divulgadas pela mídia a pedido do governo, que pediu "discrição". O jornal russo Nezavisiamya Gazeta destaca a conferência que começa nesta quinta-feira em Kyrgyz para discutir o futuro da língua russa no antigo bloco soviético. Segundo o jornal, o número de escolas que ensinam em russo caiu sete vezes na Ucrânia e três vezes no Cazaquistão e na Geórgia. "Dá mais prestígio saber inglês, falar russo está fora de moda", diz a publicação. O jornal The Times, de Londres, destaca a decisão do governo britânico de permitir que cães guias de cegos acompanhem os seus donos no avião em vôos. Nas regras atuais, os cães têm que viajar dentro de caixotes, em um compartimento isolado. Uma organização que treina cães para deficientes visuais alerta que o tempo máximo que um cachorro aguenta ficar sem urinar é cinco horas, mas cegos dizem que basta não dar muita comida e água aos cães antes dos vôos e dar pedacinhos de gelo para os animais não se desidratarem. |
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