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Lula tem plano 'radical' de financiar 100 mil em universidades privadas, diz 'Financial Times' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal britânico Financial Times, na edição desta segunda-feira, destaca o plano definido pelo diário como "radical" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de criar 100 mil vagas para alunos pobres em universidades particulares do Brasil. O Financial Times relata que, a partir de julho deste ano, o governo oferecerá incentivo fiscal às universidades que reservarem até um quinto de suas vagas para alunos de baixa renda. O diário ressalta que, segundo o governo, é mais barato envolver as universidades particulares do que criar novos espaços em universidades públicas para esses estudantes. O jornal lembra que apenas 11% dos brasileiros entre 18 e 24 anos vão à faculdade, comparados a 40% na Argentina, 60% na Grã-Bretanha e 80% nos Estados Unidos. O Financial Times diz, no entanto, que os críticos de Lula acreditam que a política irá "minar os esforços de investir em educação pública". Carter O também britânico The Independent traz uma entrevista com o ex-presidente americano e ganhador do prêmio Nobel da Paz Jimmy Carter, na qual ele critica com veemência o presidente americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Carter acusa os líderes de terem promovido uma "guerra baseada em mentiras e má interpretações". O ex-presidente americano disse ao jornal que Blair deixou a sua melhor capacidade de julgamento ser ultrapassada pela guerra que George W. Bush quis acabar depois de ser iniciada pelo seu pai. O jornal espanhol El Pais ressalta o pequeno efeito "Zapatero" que, segundo a publicação, ocorreu na França. Depois da vitória da esquerda na Espanha, que agora será liderada por Jose Luís Rodriguez Zapatero, o El Pais diz que o governo direitista de Jacques Chirac "resiste mal à pressão da esquerda". Há menos de dois anos no poder, os aliados de Chirac obtiveram 6% de votos a menos do que a esquerda, no primeiro-turno das eleições gerais francesas, realizadas no domingo. O argentino Clarín lembra que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deve aprovar nesta segunda-feira um novo acordo com a Argentina. Segundo o diário, o acordo se tornou possível depois que o ministro da Economia, Roberto Lavagna, comprometeu-se em acelerar as negociações com os credores. O diário lembra ainda que, paralelamente, o Ministério da Economia da Argentina iniciará nesta segunda-feira reuniões para a definição de propostas para sair do default (calote) com bancos estrangeiros. O Clarín critica o fato dessas reuniões serem realizadas em locais secretos na capital argentina. Segundo o jornal, isso vai contra os interesses da população argentina cujo futuro depende dessas decisões. |
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