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Atualizado às: 31 de março, 2004 - 23h35 GMT (19h35 Brasília)
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Toledo credita baixa popularidade a 'falhas de comunicação'

O presidente do Peru, Alejandro Toledo
O presidente prometeu mais investimentos na área social
O presidente do Peru, Alejandro Toledo, creditou a “falhas de comunicação” a baixa popularidade que ele tem no país, apesar dos bons indicadores econômicos.

“Provavelmente cometemos o erro de não comunicar bem os nossos êxitos. Isso eu assumo”, disse o presidente numa coletiva a jornalistas estrangeiros presentes em Lima para a 45ª reunião anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

“A economia está crescendo, os investidores e a comunidade financeira nos aplaudem, mas as pessoas dizem: se estamos tão bem, porque não sinto esses benefícios no meu bolso? É uma pergunta legítima”, disse Toledo.

“O desafio que temos é converter os sucessos macroeconômicos em mais empregos e mais investimentos concretos.”

"Preço político"

A taxa de aprovação do presidente peruano vem variando entre 7% e 10% nos últimos meses, enquanto a economia cresceu 4% no ano passado.

Toledo disse que a baixa popularidade é o “preço político” que teve que pagar pela responsabilidade na administração dos recursos públicos.

No entanto, o presidente peruano prometeu que, a partir de agora, vai investir mais na área social.

“Temos que atender a esta demanda que vem das ruas. Por isso, a segunda parte da nossa gestão está concentrada em incrementar os investimentos públicos. Particularmente o investimento social”, afirmou.

Brasil

O presidente peruano descreveu como ótima a relação do Peru com o Brasil.

“Temos uma aliança estratégica de ampla envergadura. Não é só uma aliança comercial”, disse ele, lembrando que os dois países têm projetos de integração fisica, colaboração na segurança e no desenvolvimento da região amazônica e de combate ao narcotráfico.

Toledo também disse que foi ele o primeiro a propor que o Brasil se tornasse membro do Conselho de Segurança da ONU.

“Nós nos sentiríamos muito bem representados se o Brasil fosse incorporado como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. E temos uma relação extraordinária com o presidente Lula. Somos grandes amigos”, afirmou.

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