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Polícia de Londres lança 'disque-terrorismo' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os moradores de Londres estão sendo convocados a telefonar para o recém-criado "disque-terrorismo" como parte de uma campanha da Polícia Metropolitana da cidade. A notícia chega no momento em que o ministro das Relações Exteriores britânico, Jack Straw, se prepara para um encontro com representantes de outros países europeus, onde serão discutidas idéias para o combate ao terrorismo internacional. A polícia quer que a população reporte qualquer comportamento suspeito telefonando para o "disque-terrorismo". "Queremos fazer de Londres um dos ambientes mais hostis ao terrorismo", disse o policial David Veness, envolvido na campanha. O "disque-terrorismo" é parte de uma campanha publicitária que está sendo lançada pela polícia nesta semana. "Nós aumentamos maciçamente os esforços e os recursos que destinamos às operações de segurança e a investigações terroristas", disse Veness. "Mas ainda precisamos de muita ajuda para reduzir o perigo que o terrorismo representa", acrescentou. "Todas as informações (recebidas) serão pesquisadas e investigadas. Deixe que nós decidamos se a informação que você tem é válida ou não." O número, que é gratuito e só funciona na Grã-Bretanha, é 0800 789321. Europa Em Bruxelas, ministros europeus reunidos debaterão idéias sobre como melhor combater o terrorismo. Elas serão apresentadas aos líderes europeus na quinta e na sexta. De acordo com um pacote de medidas provisórias, elaborado na semana passada, seria criado um "coordenador anti-terrorismo". O terrorismo seria classificado como "ameaça" à UE e os atuais países-membros, bem como os que estão prestes a ser incluídos, estariam comprometidos em "agir conjuntamente em espírito de solidariedade se um (dos países da UE) fosse vítima de um ataque terrorista". As medidas incluem uma cláusula nos moldes da Otan, que prevê a mobilização de "todos os instrumentos à disposição (dos países), incluindo recursos militares, para prevenir ataques ou prestar assistência aos governos posteriormente". Um dos pontos mais delicados nas discussões é a questão da troca de informações entre polícias nacionais e forças de segurança. Também nesta segunda-feira, membros dos serviços de inteligência da França, Grã-Bretanha, Alemanha, Itália e Espanha vão se reunir em Madri para rever os ataques de 11 de março na cidade e discutir como melhorar a cooperação inter-fronteiriça. |
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