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Opas encontra 800 cadáveres em hospital do Haiti | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Organização Panamericana de Saúde (OPAS) advertiu que o número de mortos dede o início da atual onda de violência no Haiti pode ser muito maior do que se acreditava. Segundo o órgão, no principal hospital público da capital haitiana, Porto Príncipe, estariam guardados cerca de 800 cadáveres, dos quais 200 seriam de pessoas que morreram nas últimas dias semanas. Até o momento, acreditava-se que o total de mortos no país desde o dia cinco de fevereiro - quando rebeldes começaram a invadir e tomar cidades no interior do país - fosse de até cem. A organização também alertou que não há certeza de que não há ainda mais corpos guardados em outros hospitais e em outras cidades do país. A OPAS tem ajudado o Haiti fornecendo geradores de eletricidade para uso em hospitais, colaborando para mantê-los funcionando. No entanto, em muitos ambulatórios, os funcionários não voltaram a trabalhar desde que houve a mudança de governo no Haiti. Calma Apesar disso, o aumento da calma no país estaria facilitando o trabalho das agências de ajuda humanitária. O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Jan Egeland, disse que ainda há tempo de prevenir uma crise humanitária mais grave no Haiti, contanto que a ajuda chegue àqueles que necessitam. Egeland diz que os principais problemas são a segurança e a falta de acesso a boa parte do país. "A situação está muito melhor hoje", disse Eric Larouche, representante do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no Haiti. |
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