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Atualizado às: 03 de março, 2004 - 22h48 GMT (19h48 Brasília)
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Líder pede que rebeldes do Haiti deixem armas
Fuzileiros navais americanos em Porto Príncipe
Os fuzileiros americanos começaram a patrulhar as ruas de Porto Príncipe
Um dos principais líderes rebeldes do Haiti, Guy Phillipe, determinou nesta quarta-feira que seus combatentes abandonem suas armas.

Phillipe, que na terça-feira se autoproclamou comandante militar do Haiti, disse que tomou a decisão depois que recebeu garantias de que as tropas de paz internacionais enviadas ao país iriam agir para garantir a segurança da população nas ruas.

Paralelamente, testemunhas disseram que um número maior de fuzileiros navais dos Estados Unidos começou a patrulhar as ruas da capital do país, Porto Príncipe.

De acordo com o correspondente da BBC em Porto Príncipe Stephen Gibbs, Phillipe, que trabalhou como chefe de Polícia na capital haitiana, teria sido chamado para uma reunião na residência do embaixador americano, onde lhe teria sido pedido que abandonasse a luta armada.

Promessas

Gibbs disse que o acordo entre Phillipe e as forças internacionais exigiu que os dois lados a fazer promessas significativas - do lado dos rebeldes, de abandonar as armas; e do lado das forlas internacionais, de se envolver mais no patrulhamento das ruas.

Guy Phillipe
 Agora, com as tropas estrangeiras prometendo proteger o povo haitiano (...) nós estamos preparados para abandonar nossas armas.
Guy Phillipe

Até o momento, mais de mil fuzileiros navais americanos e outras centenas de soldados de outras nações já chegaram ao Haiti, mas, até agora, eles vinham evitando se envolver diretamente no patrulhamento das ruas.

Sua missão estava sendo principalmente proteger locais considerados estratégicos, como o aeroporto de Porto Príncipe e o Palácio Presidencial.

Na manhã desta quarta-feira, foram ouvidos tiroteios esporádicos na cidade.

Aparentemente, alguns bairros da capital haitiana permanecem sob o controle de grupos leais ao presidente Jean-Bertrand Aristide, que deixou o poder no domingo.

Agências de ajuda humanitária da ONU advertiram nesta quarta-feira que o caos que ainda existe em algumas regiões do Haiti estaria impedindo o envio de ajuda humanitária.

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