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Combates na Colômbia matam 48 no fim de semana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 48 guerrilheiros e soldados do Exército da Colômbia morreram durante conflitos neste fim de semana. Em um tiroteio na província de Casanare, a quase 400km de Bogotá, 21 militantes de direita foram mortos pelas forças armadas. Dez soldados também morreram no conflito. O governo colombiano ordenou uma ofensiva contra os paramilitares de direita alegando que eles teriam descumprido, repetidamente, os termos do acordo de cessar-fogo para permitir a realização das negociações de paz no país. Não foram divulgados mais detalhes sobre a operação. Grupos de defesa dos direitos humanos dizem que os rebeldes de direita mataram 600 pessoas nos últimos meses. Seqüestro Em um outro combate, na província de Antioquia, a cerca de 500km da capital, o Exército da Colômbia matou 17 integrantes do principal grupo guerrilheiro de esquerda do país, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). As Farc foram responsáveis pelo seqüestro da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, há dois anos. No sábado, familiares e amigos de Ingrid, além de políticos e ativistas de direitos humanos, participaram de uma manifestação, em Bogotá, para lembrar o seqüestro da ex-candidata. Yolanda Pulecio, mãe de Ingrid, fez um pedido para que o presidente Álvaro Uribe escutasse as mensagens de apoio internacional e iniciasse negociação com as Farc. |
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