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ONU reforça apelo de Bush contra armas nucleares | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mohammed El-Baradei, elogiou o pedido do presidente americano, George W. Bush, para que exista um esforço internacional contra a proliferação de armas nucleares. Baradei disse que é necessário que se tomem logo medidas para impedir que "terroristas" adquiram armas de destruição em massa. "Se o mundo não mudar de direção, arriscamos nos auto-destruir", disse Baradei em um editorial publicado em jornais de Nova York. O diretor da AIEA disse que existe uma "sofisticada rede mundial capaz de comercializar material usado em armas." Baradei propôs:
China e Japão A China e o Japão também elogiaram o discurso de Bush contra a proliferação nuclear. "A China veementemente se opõe à proliferação de armas de destruição em massa, assim como seus veículos de transporte. A China advoca consistentemente que exista uma maior cooperação internacional na área de desarmamento", disse o porta-voz do ministro das Relações Exteriores, Zhang Qiye. O correspondente da BBC em Washington, Rob Watson, diz que o momento escolhido para o discurso de Bush foi político. Watson afirma, no entanto, que Bush foi radical ao propor que se façam modificações pela primeira vez em 30 anos nos tratados que regulam as armas nucleares. O presidente americano propôs que os 40 países integrantes do Grupo de Fornecedores Nucleares se recusem a vender equipamento para qualquer país que já não esteja equipado para produzir combustível nuclear. |
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