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EUA afirmam que sanções contra Líbia vão continuar
Os Estados Unidos anunciaram que as sanções contra a Líbia vão permanecer em vigor até que o governo do presidente George W. Bush confirme que o país tenha eliminado suas armas de destruição em massa e "renunciado ao terrorismo". Na sexta-feira, o primeiro-ministro líbio, Shukri Ghanim, em entrevista ao jornal The New York Times, reiterou que seu governo só pagará indenizações aos parentes das vítimas do atentado a um avião da Pan-Am em 1988 quando os Estados Unidos suspenderem as sanções ao país. Ghanim disse ainda que esse foi um acordo feito com os familiares das vítimas da explosão do avião em Lockerbie, na Escócia, provocada por uma bomba plantada por agentes líbios. Mas um porta-voz do Departamento de Estado americano afirmou que o governo dos Estados Unidos não fez parte desse acordo. O primeiro-ministro estabeleceu ainda um prazo até maio para o governo americano seguir as recomendações da ONU e suspender as sanções. Inspeções Na semana passada, a Líbia concordou em permitir inspeções imediatas de suas instalações nucleares, segundo o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica da ONU (AIEA), Mohamed El-Baradei. Ao final de visita de dois dias ao país, El-Baradei disse que os líbios cooperaram totalmente com ele e sua equipe. El-Baradei disse que ele e seus inspetores viram muitos equipamentos desmontados, sugerindo que seriam necessários vários anos até que a Líbia pudesse desenvolver uma bomba nuclear. Em meados de dezembro, o governo da Líbia anunciou que abandonaria suas aspirações de desenvolver armas de destruição em massa. |
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