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Coréia do Norte aceita retomar diálogo sobre crise nuclear | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Coréia do Norte aceitou participar de novas negociações diplomáticas sobre o seu programa nuclear, de acordo com a imprensa oficial do país. O diálogo, que terá a participação de representantes de seis países, vai começar em 25 de fevereiro, segundo a agência de notícias KCNA. A China confirmou a data, mas alertou que a resolução da questão será um processo lento. Um encontro entre Estados Unidos, China, Japão, Rússia e as Coréias do Norte e do Sul terminarou sem avanços em agosto. As mesmas nações estarão presentes na nova reunião. A crise sobre as armas norte-coreanas começou em outubro de 2002, quando autoridades americanas disseram que a Coréia do Norte havia admitido ter um programa nuclear ilegal. Esforço chinês A China, principal aliada da Coréia do Norte, tem se esforçado para a retomada do diálogo há meses. "É um importante passo para resolver pacificamente a crise nuclear da Coréia do Norte", disse a porta-voz da chanceleria chinesa Zhang Qiyue. "Claro que todos sabemos que a questão norte-coreana é complicada. Ela não pode ser resolvida em um ou dois encontros." A Coréia do Norte pede ajuda econômica dos Estados Unidos e garantias de que os americanos não vão atacá-la. Washington exige que Pyongyang suspenda o seu programa nuclear antes de atender às demandas norte-coreanas. Jonathan Head, correspondente da BBC, diz que a próxima rodada de negociações deve se concentrar na elaboração de um cronograma detalhado para que cada lado realize as concessões. |
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