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Explosão em ônibus mata dez em Jerusalém
Um homem-bomba explodiu um ônibus nesta quinta-feira, perto da residência oficial do primeiro-ministro Ariel Sharon, em Jerusalém, matando pelo menos dez pessoas, segundo a polícia israelense. Dezenas de pessoas teriam ficado feridas no incidente, que destruiu o ônibus em plena hora do rush, em uma rua na Faixa de Gaza, espalhando pedaços de corpos por toda a área. Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, que aconteceu por volta das 9h00 (5h00 de Brasília) no distrito de Rehavia. Acredita-se que Ariel Sharon não estava nas proximidades no momento da explosão. Representantes da Autoridade Palestina condenaram o ataque. Um representante do governo israelense disse, em entrevista à agência de notícias Reuters, que a troca de prisioneiros entre o governo israelense e líderes do grupo militante libanês Hezbollah não deve ser abalada pelo atentado. "A explosão não terá efeitos sobre a troca", disse a fonte da Reuters. Troca Dore Gold, um conselheiro do primeiro-ministro Sharon, também disse à agência que "não há relação entre essa bomba e a troca de prisioneiros". O editor-chefe do jornal Jerusalem Post, Bret Stephens, descreveu à agência AP a cena aterradora que tomou conta do local próximo aos escombros do ônibus. "Havia vidro em todos os lugares, pedaços de corpos por todos os lados, sapatos, pés, pedaços de tripas. Havia pedaços de corpos em todos os lugares", disse Stephens. "Muitas pessoas conseguiram descer do ônibus. algumas mais, outras menos feridas", completou. O chefe da polícia de Jerusalém, Mickey Levy, disse à AP que o suicida estava na parte de trás do ônibus quando detonou a bomba. "Foi um ataque muito sério contra um ônibus lotado de passageiros. Segundo o que sabemos até o momento, estamos falando de um homem-bomba", disse Levy. |
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