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Sharon elogia embaixador de Israel na Suécia
O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, elogiou o embaixador israelense na Suécia, acusado de atos de vandalismo contra uma obra de arte que representa um militante suicida palestina. "Telefonei a ele na noite passada e agradeci por sua força em lidar com o crescente anti-semitismo. Eu disse a ele que todo o governo o apóia", afirmou Sharon em uma reunião de gabinete neste domingo. O embaixado Zvi Mazel jogou uma luminária contra a obra e disse que a instalação, criada por um artista israelense, é "um chamado ao genocídio". Depois do incidente, Mazel foi expulso do Museu Nacional de Estocolmo onde a obra está em exibição. Conciliação Israel pediu ao governo sueco que desmonte a instalação, que tem um barco flutuando em uma poça de líquido vermelho. Na vela do barco está a foto de Hanadi Jaradat, uma estagiária de advocacia de 29 anos que, em outubro, se matou em um ataque suicida em um restaurante em Haifa, Israel. Outros 19 israelenses morreram. "Acho que o fenômeno do anti-semitismo é tão sério que deveria ter sido tomada uma medida preventiva, e não se agir depois", disse Sharon. Mas o artista israelense, Dror Feiler, rejeitou as críticas a seu trabalho, dizendo que ele tem uma mensagem de abertura e conciliação. "Sou totalmente contrário a atentados suicidas", afirmou. Feiler chamou o embaixador de "anão intelectual", que tentou "interromper a liberdade de expressão e a livre expressão artística". O ministério do Exterior da Suécia convocou Mazel a dar explicações por seus atos nesta segunda-feira. |
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