|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Síria condiciona paz com Israel à saída de Sharon
O primeiro-ministro da Síria, Naji Al-Otari, afirmou que a paz com Israel será "impossível" enquanto o premiê israelense Ariel Sharon estiver no poder. No início desta semana, o presidente da Síria, Bashar Al-Assad, recusou o convite do presidente israelense, Moshe Katsav, para visitar Jerusalém e falar sobre um possível acordo de paz. Al-Otari também rejeitou o convite, e o qualificou de "propaganda". Em entrevistas recentes, Al-Assad afirmou que está pronto para negociar com Israel, mas autoridades sírias dizem que o objetivo do país continua sendo recuperar as Colinas de Golã. Em guerra Os dois países continuam tecnicamente em guerra. As negociações de paz foram interrompidas há quatro anos por causa do impasse sobre o destino das Colinas, que eram parte do território da Síria mas foram anexadas por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Israel afirmou que não vai aceitar qualquer condição imposta à retomada das negociações. Outro assunto que Israel quer discutir com a Síria é a postura de Damasco em relação ao grupo militante islâmico Hezbollah. As autoridades israenses acusam a Síria de dar apoio à organização, que já reivindicou uma série de ataques contra alvos israelenses. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||