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Ministros israelenses querem diálogo com Síria
Dois ministros do governo israelense disseram que Israel deveria responder à oferta de negociações de paz da Síria. O ex-primeiro ministro Binyamin Netanyahu disse que a Síria se encontra em uma posição difícil após a queda de Saddam Hussein e Israel pode se beneficiar disso. O ministro das Relações Exteriores, Silvan Shalon, disse que a oferta síria não poderia ser ignorada. No mês passado o presidente sírio Bashar Al-Assad disse estar pronto para retomar negociações com Israel do ponto onde foram abandonadas no ano 2000. Bom momento para negociar Isso significaria a retirada israelense de quase todas as colinas de Golan, capturadas da Síria em 1967, segundo o repórter da BBC em Jerusalém, Chris Morris. Falando a uma emissora de rádio israelense, Netanyahu disse que ''levando em conta a precária posição síria, é do nosso interesse explorar a abertura recente''. "Eles precisam de um acordo de paz conosco muito mais do nós necessitamos", acrescentou. E ele sugere que isso pode significar a possibilidade de acordo "sem a retirada israelense das colinas de Golan." Etiópia O governo israelense vai começar na próxima semana a trazer cerca de 18 mil judeus da Etiópia para Israel, segundo Shalon. Eles formam a comunidade de Falasha Mura e geralmente são perseguidos por sua fé. Existem cerca de 80 mil judeus etíopes vivendo em Israel, vários resgatados durante épocas de crise e recolocados na Cisjordânia. O ministro das Relações Exteriores da Etiópia disse não ser contra os judeus etíopes viajarem para Israel, mas no momento "não há necessidade de uma intervenção organizada, como nas décadas de 80 e 90." |
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