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Atualizado às: 13 de dezembro, 2003 - 09h49 GMT (07h49 Brasília)
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Bush assina lei que abre caminho para sanções à Síria
Bashar Al-Assad, presidente da Síria

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, assinou uma nova lei que autoriza o governo americano a impor sanções econômicas e diplomáticas contra a Síria.

A nova lei pode ser utilizada para penalizar a Síria se o governo americano avaliar que o país não está fazendo o suficiente para evitar a violência no Oriente Médio.

O documento exige que a Síria deixe de apoiar militantes palestinos e libaneses, suspenda o seu suposto programa de desenvolvimento de armas químicas e biológicas e retire suas tropas do Líbano.

Antes mesmo da aprovação da lei, o governo sírio havia alertado que a adoção de sanções apenas provocaria danos maiores aos interesses americanos no Oriente Médio.

Relações

Entre as possíveis sanções previstas pela nova lei estão o veto às exportações americanas para a Síria e o congelamento de fundos sírios depositados nos Estados Unidos.

Além disso, a nova lei também permite que o presidente americano determine duas de seis possíveis punições, incluindo restrições de vôo a aviões sírios e a limitação do contato diplomático entre os dois países.

Analistas afirmam, no entanto, que as sanções teriam maior impacto político do que econômico, já que o comércio entre Síria e Estados Unidos gira em torno de apenas US$ 300 milhões.

Michael Buchanan, correspondente da BBC em Washington, diz que, apesar da ameaça de sanções, algumas autoridades americanas já notaram uma melhora nas relações dos Estados Unidos com a Síria.

De acordo com Buchanan, funcionários do governo dos Estados Unidos apontam os esforços de autoridades sírias para evitar que combatentes antiamericanos cruzem a fronteira com o Iraque como um sinal positivo.

A Síria é o único membro da lista de países que o Departamento de Estado americano aponta como 'patrocinadores do terrorismo' que ainda mantém relações diplomáticas completas com os Estados Unidos.

A relação do Departamento de Estado americano inclui ainda Coréia do Norte, Sudão, Cuba, Irã e Líbia.

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