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Exército israelense dispara contra ativistas, ferindo dois
Soldados israelenses abriram fogo contra um grupo ativistas na vila de Mahase, na Cisjordânia, ferindo dois deles. O grupo atacado em Mahase, formado por cerca de cem pessoas do Movimento da Solidariedade Internacional, protestava contra o muro que Israel está construindo na região. Um dos manifestantes disse ao jornal Haaretz que os soldados abriram fogo de surpresa. Já o Exército israelense alegou que o grupo tentava atravessar uma cerca de segurança. Um pouco mais cedo, tropas israelenses destruíram a casa do militante suicida palestino suspeito pelo ataque a um ponto de ônibus em Tel Aviv, na quinta-feira. Na Faixa de Gaza, cerca de 20 mil palestinos compareceram ao funeral de um líder do grupo Jihad Islâmica morto de uma incursão realizada pelo Exército israelense na quinta-feira. Cessar-fogo Um dos líderes do Exército israelense afirmou que o cessar-fogo com militantes palestinos pode ocorrer nas próximas semanas. Em uma entrevista ao jornal mais vendido de Israel, o Yediot Ahronot, publicada nesta sexta-feira, o tenente-geral Moshe Yaalon afirmou que a violência entre israelenses e palestinos chegou ao seu ápice. O tenente israelense afirmou que o principal grupo militante palestino, o Hamas, tem intencionalmente evitado ataques em Israel nas últimas semanas. Segundo o militar, isso é resultado da política israelense de prender e matar os líderes do grupo. Em outubro, Yaalon provocou um grande debate político ao declarar, em off, que a maneira como Israel trata os palestinos estava causando uma crise humanitária. |
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