|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Israel fecha fronteiras com palestinos
O governo de Israel impôs um fechamento total das fronteiras com a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, depois de um atentado suicida que matou quatro israelenses perto de Tel Aviv, nesta quinta-feira. A medida foi determinada pelo ministro da Defesa de Israel, Shaul Mofaz. As restrições ao trânsito de pessoas entre Israel e os territórios palestinos haviam sido amenizadas na véspera de Natal, para facilitar a ida de peregrinos a Belém. Um porta-voz militar israelense ouvido pela agência de notícias Reuters disse que o Exército irá decidir nesta sexta-feira como os fiéis que estão em Belém, na Cisjordânia, vão ser autorizados a voltar a suas casas. O porta-voz do governo de Israel Avi Pazner disse que Israel irá tomar "todas as medidas" para assegurar sua própria segurança. Violência Dez pessoas morreram nesta em Gaza e em Israel nesta quinta-feira, um dias mais sangrentos no conflito entre israelenses e palestinos em meses. No atentado, ocorrido em um ponto de ônibus na localidade de Geha, quatro israelenses e um militante suicida palestino morreram. A Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) assumiu a autoria do ataque que, segundo o grupo, seria "o primeiro de uma série de retaliações". A explosão ocorreu pouco depois de helicópteros israelenses terem matado três militantes palestinos e dois civis ao dispararem contra um carro da cidade de Gaza. Um dos mortos no ataque em Gaza era Mekled Hameid, membro do movimento radical Jihad Islâmico. Autoridades O primeiro-ministro palestino, Ahmed Korei, condenou ambos os ataques. "Lamentando a continuação do ciclo de assassinatos, liquidações e ataques contra civis dos dois lados, o primeiro-ministro pede o fim do derramamento de sangue e a conclusão de um cessar-fogo recíproco", disse um comunicado divulgado nesta quinta-feira. O ministro da Saúde de Israel, Dan Naveh, visitou os feridos no ataque ao ponto de ônibus em Tel Aviv, e culpou o líder palestino Yasser Arafat pelo ocorrido. "Antes de considerarmos uma movimentação política, por acordo ou unilateral, nós precisamos eliminar o regime de terror de Arafat e a gangue de terroristas que o acompanha", afirmou. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||