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Reunião da AIEA discute programa nuclear do Irã
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), organismo da ONU que supervisiona o uso desse tipo de energia, inicia nesta segunda-feira uma reunião para discutir o programa nuclear do Irã. No encontro, que deve durar uma semana, os peritos da AIEA vão examinar um relatório dos inspetores que estiveram no Irã, no qual afirmam ter encontrado traços de urânio enriquecido em uma usina nuclear. O urânio enriquecido poderia ser usado na fabricação de armas – o que o governo do Irã nega veementemente – e os inspetores não teriam encontrado provas conclusivas de que isso não esteja acontecendo. Os Estados Unidos acusam o Irã de estar desenvolvendo um programa ilícito de desenvolvimento de armas nucleares e querem que a AIEA baixe sanções contra o país por violação do Tratado de Não-Proliferação Nuclear. 'Fins pacíficos' O governo do Irã insiste que o seu programa nuclear tem um só fim: produzir energia elétrica. De acordo com a correspondente da BBC em Viena, Bethany Bell, é pouco provável que os peritos da AIEA atendam as exigências dos americanos. Representantes iranianos, por sua vez, já deixaram claro que a intensificação das pressões sobre o seu país, em vez de facilitar, podem dificultar ainda mais as já debilitadas relações com a comunidade internacional. Além dos Estados Unidos, Rússia e União Européia também querem que o Irã firme um protocolo adicional ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Atômicas. O documento garantiria acesso dos inspetores de armas da ONU a instalações nucleares do Irã. O governo de Teerã, no entanto, anunciou que só firmará o protocolo caso receba tecnologia nuclear avançada do exterior. |
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