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Atualizado às: 06 de agosto, 2003 - 15h37 GMT (12h37 Brasília)
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Liberianos famintos tentam alcançar porto de Monróvia
Liberiano rouba latas de comida no porto de Monróvia
Armazéns de comida estão na zona da capital controlada por rebeldes

Centenas de pessoas famintas tentaram entrar na região portuária da capital, Monróvia, em busca de comida. A área do porto está sob controle dos rebeldes.

Soldados leais ao presidente Charles Taylor dispararam tiros ao ar para evitar que os liberianos cruzassem a linha de frente do conflito.

O correspondente da BBC Barnaby Phillips diz que muitos liberianos estão desesperados por comida.

A situação humanitária é aparentemente melhor nas partes da cidade controladas pelos rebeldes, que têm distribuído os estoques de alimentos guardados nos armazéns do porto.

Porto

Cerca de 1 milhão de liberianos precisam de ajuda urgente, mas os navios não têm podido ancorar desde a tomada do porto pelos rebeldes.

As forças de manutenção de paz do oeste da África (Ecomil) disseram que os rebeldes autorizaram o uso do porto pelas embarcações que carregam comida, água e medicamentos.

"Se as forças de paz puderem proteger o porto, isso nos permitiria levar combustível e fornecer ajuda à outra metade da cidade", disse Magnus Wolfe-Murray, da organização não-governamental britânica Merlin.

A ONU lançou um apelo por US$ 70 milhões para que possa auxiliar os liberianos com comida, moradia e assistência médica.

O comandante da Ecomil, coronel Theopilus Tawiah, disse à BBC que os rebeldes do Lurd (Liberianos Unidos pela Reconciliação e Democracia) deixariam que as forças internacionais tomassem controle do porto "dentro de alguns dias".

Apesar da declaração, alguns líderes rebeldes afirmam que ficarão no porto até que o presidente Charles Taylor renuncie.

Ainda não está claro se Taylor cumprirá a sua promessa de abandonar o cargo e sair do país.

A sua renúncia está prevista para o próximo dia 11. O presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, afirmou que Taylor lhe contou por telefone que partiria para o exílio na Nigéria um dia após sua renúncia.

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